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sexta-feira, 14 de março de 2014

PENSANDO A ESCOLA BÍBLICA para Adultos


·               Você assistiria uma aula sua?
·               Como tem sido suas aulas?
·               Aquela maravilhosa mesmice de todo dia… sempre na mesma ordem, no mesmo tom de voz, cheia de palavras tão difíceis que até facilita a gente não entender, monótona, repetitiva…
·              Não sei onde ouvi esta história, mas é bem interessante:
Uma vez um pregador notou que todo domingo ele começava a pregar e dali 15 minutos o povo começava a dormir, isso se repetia todo domingo, ele então resolveu gravar o culto, porque uma pessoa dormir, ainda vai, mas tanta gente?  Só podia ter algo errado! Bom, levou o vídeo pra casa começou a assistir, dali 15 minutos...  ele mesmo estava roncando…

Nem tudo é o que os olhos vêem...






 Como Aprendemos?
55% estímulos visuais : Como você se apresenta, anda e gesticula
38% estímulos vocais: como você fala, sua entonação e timbre
7% de conteúdo verbal: o assunto sobre o qual você fala. 

O Ensino tem que provocar:


         Aprendizado
         Transformação
         Assunção de responsabilidade
         Mudança de comportamento










Evolução:
Crianças são seres indefesos, dependentes. Precisam ser alimentados, protegidos, vestidos, banhados, auxiliados nos primeiros passos. Durante anos se acostumam a esta dependência, considerando-a como um componente normal do ambiente que as rodeia.

 Na idade escolar, continuam aceitando esta dependência, a autoridade do professor e a orientação deles como inquestionáveis.
   A adolescência vai mudando este status quo. Tudo começa a ser questionado, acentuam-se as rebeldias e, na escola, a infalibilidade e autoridade do professor não são mais tão absolutas assim. Alunos querem saber por que devem aprender geografia, história ou ciências.
  A  idade adulta traz a independência. O indivíduo acumula experiências de vida, aprende com os próprios erros, apercebe-se daquilo que não sabe e o quanto este desconhecimento faz-lhe falta. Escolhe uma namorada ou esposa, escolhe uma profissão e analisa criticamente cada informação que recebe, classificando-a como útil ou inútil.


Adultos X Crianças
Características da Aprendizagem
Pedagogia
Andragogia
           Relação Professor/Aluno
       Professor é o centro das ações, decide o que ensinar, como ensinar e avalia a aprendizagem
    A aprendizagem adquire uma característica mais centrada no aluno, na independência e na autogestão da aprendizagem.
      Razões da Aprendizagem
       Crianças (ou adultos) devem aprender o que a sociedade espera que saibam (seguindo um currículo padronizado)
     Pessoas aprendem o que realmente precisam saber (aprendizagem para a aplicação prática na vida diária).
        Experiência do Aluno
     O ensino é didático, padronizado e a experiência do aluno tem pouco valor
        A experiência é rica fonte de aprendizagem, através da discussão e da solução de problemas em grupo.
       Orientação da Aprendizagem
       Aprendizagem por assunto ou matéria
       Aprendizagem baseada em problemas, exigindo ampla gama de conhecimentos para se chegar a solução 










Andragogia

         Andragogia (do grego: andros - adulto e gogos - educar) é um caminho educacional que busca compreender o adulto. A Andragogia significa, “ensino para adultos”. Andragogia é a arte de ensinar aos adultos, que não são aprendizes sem experiência, pois o conhecimento vem da realidade (escola da vida).

   Na Andragogia a aprendizagem adquire uma particularidade mais localizada no aluno, na independência e na auto-gestão da aprendizagem, para a aplicação prática na vida diária.
 Os alunos adultos estão preparados a iniciar uma ação de aprendizagem ao se envolver com sua utilidade para enfrentar problemas reais de sua vida pessoal e profissional.

Segundo Knowles, à medida que as pessoas amadurecem, sofrem transformações:
   Passam de pessoas dependentes para indivíduos independentes, autodirecionados. 
         Acumulam experiências de vida que vão ser fundamento e substrato de seu aprendizado futuro. 
 Seus interesses pelo aprendizado se direcionam para o desenvolvimento das habilidades que utiliza no seu papel social, na sua profissão. 
         Passam a esperar uma imediata aplicação prática do que aprendem, reduzindo seu interesse por conhecimentos a serem úteis num futuro distante. 
   Preferem aprender para resolver problemas e desafios, mais que aprender simplesmente um assunto. 
Passam a apresentar motivações internas (como desejar uma promoção, sentir-se realizado por ser capaz de uma ação recem-aprendida, etc), mais intensas que motivações externas como notas em provas, por exemplo.


Dicas importantes:
         Conheça seus alunos
         Peça sugestão de temas
         Faça a aplicação prática da Palavra
         Escute e entenda o que o corpo dos seus alunos 
    estão falando
         Diversifique suas aulas
         Adulto também gosta de novidades
         Seja criativo


Fique atento aos sinais...

Às vezes você fala tanto que esquece de escutar o que o outro está tentando expressar



Exemplo de Jesus

         Contador de histórias por excelência
         Era criativo – curou através de saliva, de palavras, do toque.
         Escreveu no chão
         Colocava crianças no colo
         Falava ser o “pão vivo” e também alimentava multidões

Águia, golfinho, lobo ou tubarão faça o teste e descubra seu perfil!



Resultado
   Maioria A -ÁGUIA: É o idealizador. Uma pessoa que gosta de fazer as coisas de forma diferente. Algumas das principais características dessa pessoa é a curiosidade, a criatividade, a intuição, a flexibilidade, a busca pela liberdade, a visão de futuro e a inovação. Áreas ou profissões mais adequadas: Marketing, Design, Arquiteto, Artista.
 Maioria B-LOBO: É o organizador. Sempre atento ao planejamento, pontualidade e controle. Detalhista, conservador, metódico, previsível, leal, com dificuldade de adaptação a mudanças e responsável com a realização do combinado ainda são algumas de suas características. Áreas ou profissões mais adequadas: Engenharia, Finanças, Contador, Administrador.
  Maioria C-.GOLFINHO: É o comunicador. Também sensível, que gosta de trabalhar em equipe e se relacionar com outras pessoas. Esse perfil tem como característica a necessidade de ser aceito socialmente, colocar a felicidade acima dos resultados, ser reconhecido por sua equipe e gostar de trabalhar em um ambiente harmônico. Áreas ou profissões mais adequadas: RH/Eventos, Treinamento, Enfermeira, Assistente Social.
  Maioria D- TUBARÃO: É o executor. Aquele caracterizado por pessoas que atuam em busca do resultado, senso de urgência, impulsividade, praticidade, com foco no futuro e comprometido com objetivos. Áreas ou profissões mais adequadas: Atleta Individual, Médicos, Militares, Vendedores. 

Esse teste nos ajuda, de fato, a enxergar quem somos, e nos edifica em nossa qualidade, nos pontos positivos e em contrapartida nos ajuda a enxergar os nossos pontos negativos e melhorar,  ou seja, pedir ao Criador que nos transforme na medida das nossas fraquezas, pois somos dependentes e carentes do Seu cuidado! 

Que Deus abençoe o seu ministério...

domingo, 14 de julho de 2013

A FORÇA ESTÁ NO AMIGO- Dinâmica

A figura foi encontrada na rede se você não deseja que seja publicada neste blog entre em contato que ela será retirada.
Objetivo: Exercitar a percepção e  o conhecimento do outro.

Material: Música suave

Procedimento: Comece com a fábula. Divida o grupo em duplas. Marque dois minutos e peça que aos participantes procurem identificar, entre os dois os aspectos mencionados abaixo. Esgotado o tempo torne a redividir agora os em trios, de modo que não repitam os mesmos companheiros, dê três minutos. Novamente peça que se formem em grupo de quatro sem repetir os grupos, dê quatro minutos. Leia a mensagem sobre os amigos.
1.      Onde e por que se combinam?
2.      Onde e por que radicalmente não tendem a se combinar?
3.      Onde e  por que existe uma garantida neutralidade?

Tempo : 25 minutos

Fábula: “Era uma vez um peixinho e um escorpião, este último querendo atravessar o rio. A correnteza estava forte e o escorpião a mira-la. O peixinho aproximou-se do escorpião que clamou:
- Peixinho, amigo, passe-me nas suas costas para a outra margem do rio!
Ao que o peixinho retrucou:
- Amigo, escorpião, não posso fazer isso. Se eu lhe colocar nas minhas costas você vai me ferroar e eu vou morrer!
Contra-argumentou o escorpião:
- Ora, peixinho, não seja tolo. Se eu fizer isso também morrerei.
O peixinho meditou e deu razão ao escorpião. Quando já estavam no meio do rio, o peixinho sentiu a fatal fisgada do escorpião. Enquanto os dois afogavam-se o peixinho redarguiu:
- Escorpião, você garantiu que não me ferroaria?!? Agora morreremos os dois!
O escorpião finalizou:
- É o instinto, peixinho! É o instinto!

Reflexão:        No grupo encontramos variadas emoções o tempo todo, mas precisamos um do outro. Nos relacionamentos encontramos momentos em que há repulsa, atração e neutralidade. Precisamos aprender a lidar com cada aluno da nossa sala, entendendo seu jeito de ser e buscando mudanças através do Espírito Santo.

Sobre amigos

Não ande à procura de amigos que não tenham defeitos, porque então ficará a vida inteira sem amigos. Mas não procure os defeitos nos seus amigos, porque então aos poucos os seus amigos irão deixando-o, e assim acabará ficando sozinho.
Não ame seus amigos só porque não têm defeitos, ame-os, apesar dos seus defeitos, e se quiser, ame-os precisamente por causa dos seus defeitos, pois o fato de terem defeitos quer dizer que são mais humanos.
Não pretenda exigir que seus amigos sejam melhores que você, se decerto o forem, seja grato e aproveite seus exemplos; se não o forem, respeite-os e ofereça-lhes sua ajuda para que melhorem; mas com paciência, com compreensão, com bondade, com o máximo respeito pela personalidade deles.
Não pretenda mudar seus amigos, deixe-os que sejam como Deus os fez; não se preocupe se você não é como eles. Você também tem o direito de ser como Deus o fez.
Seu grupo de amigos é algo que deve ser conservado, porque você e eles precisam dele.
Afonso Milagro

MIRANDA, Simão. Oficina de Dinâmica de Grupos. Vol.1. Ed. Papirus. 9ª edição