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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Livros Misturados

Todo professor de Escola Bíblica já se deparou com a dificuldade dos alunos em encontrar os textos, por não conhecerem a ordem deles na Palavra de Deus. Essa brincadeira é uma sugestão para memorizar essa ordem.

Lista de Material. Bíblia, cartões escrito o  nome dos livros do Novo Testamento, um em cada cartão, uma caixa de sapato com a identificação Novo Testamento e  fita adesiva, quadro negro e giz .

Preparação:  Escreva os nomes dos livros do Novo testamento nos cartões., um em cada cartão. Escreva numa cartolina ou no quadro negro a seguinte divisão : evangelhos, História, Cartas, Profecia. Deixe cortado a fita adesiva para que os alunos a utilizem ao colar os cartões.

Como Brincar:   Coloque os cartões com o nome dos livros do NT em uma caixa. Misture-os bem. Cada aluno deve retirar um cartão da caixa e dizer a qual grupo ele pertence, se estiver correto deixe-o colar no grupo apropriado, caso esteja errado deixe que os outros o auxiliem. E assim por diante ate que todos tenham participado.

Variação: Se a classe for de alunos mais experientes peça que ao identificar o grupo ao qual pertence o livro que relatem um versículo ou fato contido no livro.


Variação de Livros embaralhados: Brincadeiras Lúdicas para o aprendizado bíblico. Para crianças e pré- adolescentes. Curitiba: AD Santos, 2012.

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quinta-feira, 3 de abril de 2014

Concurso da Roupa




Lista de Material: Cartolina ou papel pardo (silhueta de criança), roupas de papel (camisa, short, meia, saia, etc) , perguntas para o concurso, fita adesiva.

Preparação: Prepare duas silhuetas uma de menino e outra de menina com o papel pardo. Prepare o desenho de roupas para colocar nas silhuetas, coloque fita adesiva atrás para colar nos bonecos.

Como  Brincar:  Divida a classe entre meninos e meninas. Cada  equipe receberá o mesmo numero de roupinhas, sendo que os meninos vestirão o menino e as meninas vestirão a menina. A professora fará as perguntas (abaixo) e a equipe que acertar vestirá seu boneco. Ganha aquela equipe que colocar mais roupa no boneco.
1-      Qual a criança que foi envolta em faixa ao nascer? Jesus. Lc.2:11 -12
      2-      Quem usava vestes de pelo de camelo? João Batista Mt.3.4
      3-      Pessoa que a mãe lhe fazia túnica do ano? Samuel 1Sm.2:18,19
     4-      Qual o nome de uma rainha famosa que se vestiu com trajes reais antes de falar com o rei? Ester. Ester 5.1
     5-      Quem usava túnica sem costura? Jesus. João 19.23
     6-      Quem usava vestes feitas de pele de animais providenciadas por Deus? Adão e Eva. Gn.3:21
     7-      Qual o nome de um rei famoso que cobriu seu corpo de pano de saco? Acabe.1 Rs.21:27
     8-      Quem usava roupa desenhada por Deus? Arão, o sacerdote. Ex.39:1
     9-      Quem usará vestimentas brancas diante do Senhor? Os vencedores. Ap.3.5
    10-   Quem teve sua túnica enviada para o pai suja de sangue? José Gn.37.33
     Essa brincadeira pode ser feita com outras perguntas.
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

QUEM SABE O QUE ESTOU PENSANDO?


Os alunos sentam-se círculo. Chame um voluntário. Ele pensa em uma pessoa, lugar ou fato mencionado na história bíblica. Os demais tentam descobrir fazendo perguntas que o voluntário possa responder com “sim” ou “não”. Aquele que acertar é o próximo a pensar a palavra.

É uma brincadeira bem divertida. Pode ser utilizada em qualquer grupo e de qualquer idade.

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domingo, 14 de julho de 2013

A FORÇA ESTÁ NO AMIGO- Dinâmica

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Objetivo: Exercitar a percepção e  o conhecimento do outro.

Material: Música suave

Procedimento: Comece com a fábula. Divida o grupo em duplas. Marque dois minutos e peça que aos participantes procurem identificar, entre os dois os aspectos mencionados abaixo. Esgotado o tempo torne a redividir agora os em trios, de modo que não repitam os mesmos companheiros, dê três minutos. Novamente peça que se formem em grupo de quatro sem repetir os grupos, dê quatro minutos. Leia a mensagem sobre os amigos.
1.      Onde e por que se combinam?
2.      Onde e por que radicalmente não tendem a se combinar?
3.      Onde e  por que existe uma garantida neutralidade?

Tempo : 25 minutos

Fábula: “Era uma vez um peixinho e um escorpião, este último querendo atravessar o rio. A correnteza estava forte e o escorpião a mira-la. O peixinho aproximou-se do escorpião que clamou:
- Peixinho, amigo, passe-me nas suas costas para a outra margem do rio!
Ao que o peixinho retrucou:
- Amigo, escorpião, não posso fazer isso. Se eu lhe colocar nas minhas costas você vai me ferroar e eu vou morrer!
Contra-argumentou o escorpião:
- Ora, peixinho, não seja tolo. Se eu fizer isso também morrerei.
O peixinho meditou e deu razão ao escorpião. Quando já estavam no meio do rio, o peixinho sentiu a fatal fisgada do escorpião. Enquanto os dois afogavam-se o peixinho redarguiu:
- Escorpião, você garantiu que não me ferroaria?!? Agora morreremos os dois!
O escorpião finalizou:
- É o instinto, peixinho! É o instinto!

Reflexão:        No grupo encontramos variadas emoções o tempo todo, mas precisamos um do outro. Nos relacionamentos encontramos momentos em que há repulsa, atração e neutralidade. Precisamos aprender a lidar com cada aluno da nossa sala, entendendo seu jeito de ser e buscando mudanças através do Espírito Santo.

Sobre amigos

Não ande à procura de amigos que não tenham defeitos, porque então ficará a vida inteira sem amigos. Mas não procure os defeitos nos seus amigos, porque então aos poucos os seus amigos irão deixando-o, e assim acabará ficando sozinho.
Não ame seus amigos só porque não têm defeitos, ame-os, apesar dos seus defeitos, e se quiser, ame-os precisamente por causa dos seus defeitos, pois o fato de terem defeitos quer dizer que são mais humanos.
Não pretenda exigir que seus amigos sejam melhores que você, se decerto o forem, seja grato e aproveite seus exemplos; se não o forem, respeite-os e ofereça-lhes sua ajuda para que melhorem; mas com paciência, com compreensão, com bondade, com o máximo respeito pela personalidade deles.
Não pretenda mudar seus amigos, deixe-os que sejam como Deus os fez; não se preocupe se você não é como eles. Você também tem o direito de ser como Deus o fez.
Seu grupo de amigos é algo que deve ser conservado, porque você e eles precisam dele.
Afonso Milagro

MIRANDA, Simão. Oficina de Dinâmica de Grupos. Vol.1. Ed. Papirus. 9ª edição

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Dinâmica para sala de adultos, Jovens e Adolescentes.



O QUE VEJO EM VOCÊ.


Objetivo: Identificar, por meio da observação, aspectos qualitativos.

Material: Papel, música suave.

Procedimento: Peça ao grupo que percorra com o olhar todo o círculo a fim de não esquecer ninguém. Logo em seguida cada participante deve escrever as qualidades observadas nos colegas. Para cada pessoa observada uma folha. Devem dobra-las e escrever por fora o nome do destinatário. Informe que a identificação de quem observou fica a critério pessoal. Dedique 15 minutos a esta fase, em seguida recolha as folhas e redistribua – as aleatoriamente. Alguns poderão ler a mensagem a identificação e o destinatário. Para encerrar deve - se entregar as mensagens ao endereçado.

Tempo : 8 minutos, 15 minutos para a leitura, 10 minutos para verbalizar a experiência.

“Ninguém tem dor de estômago por engolir palavras cruéis que deixou de dizer.” Winston Churchill

Reflexão: Em nosso cotidiano somos levados a observar com rigor mais os defeitos e menos as qualidades das pessoas com as quais nos relacionamos. Estamos predispostos a criticar que elogiar. Às vezes até notamos pontos positivos em alguém, mas os consideramos irrelevantes para comentário. Infelizmente esta não é nossa atitude para com os defeitos, estamos sempre dispostos a comentarmos com outras pessoas. A proposta desta dinâmica é valorizar as qualidades ainda que sejam pequenas e desconsiderar os defeitos. Ao propormos que sejam lidos por outras pessoas as mensagens, intencionamos que todos tenham a oportunidade de compartilhar os pontos positivos dos irmãos.

MIRANDA, Simão. Oficina de Dinâmica de Grupos. Vol.1. Ed. Papirus. 9ª edição
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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Dinâmica para Adolescentes, Jovens e Adultos

                               
A importância do Grupo na realização de Tarefas


Objetivo: Vivenciar o espírito de grupo.

Material: Texto “A lição dos gansos”, Jo.13:13

Procedimento: Enumere em voz alta, o grupo de 1 a 5, recomeçando a contagem até que todos tenham recebido numeração. Você formará cinco grupos, a equipe “A” será formada pelas pessoas que receberam o número 1, a “B” os de número 2 e assim por diante. Distribua a cópia do texto. As equipes deverão refletir acerca das lições que podem ser extraídas de cada parte do texto, sobre as relações humanas.  A equipe deve chegar a um consenso e entregar uma folha com a opinião coletiva. Depois de ler as posições dos grupos, ler o texto completo. Verbalize a experiência com o grupo.
Tempo para discutir os textos: 15 minutos

         O texto dos gansos refere-se a um trabalho em grupo preciso, de qualidade que demonstra a importância de uma liderança. Apresenta valores de grupo extremamente importante para aqueles que necessitam aprender a caminhar juntos. Por isso o líder/ professor deve valorizar ao máximo, todas as discussões. O convívio na igreja demanda aprendermos a auxiliar os que caem no caminho, e também apoiar a liderança constituída sobre o grupo ou comunidade. Ao líder/ professor  cabe orientar e ensinar o respeito e apoio .

Material :  texto “A lição dos gansos”.

A LIÇÃO DOS GANSOS.
No outono, quando se vê bandos de gansos voando rumo ao sul, formando um grande “V” no céu, indaga-se o que a ciência já descobriu sobre o porquê de voarem desta forma. Sabe-se que quando cada ave bate as asas, move o ar para cima, ajudando a sustentar a ave imediatamente detrás. Ao voar em forma de “V”, o bando se beneficia de pelo menos 71% a mais de força de voo do que uma ave voando sozinha.
Pessoas que têm a mesma direção e sentido de comunidade podem atingir seus objetivos de forma mais rápida e fácil, pois viajam beneficiando-se de impulso mútuo.
Sempre que um ganso sai do bando, sente subitamente o esforço e a resistência necessários para continuar voando sozinho. Rapidamente, ele entra outra vez em formação para aproveitar o deslocamento de ar provocado pela ave que voa imediatamente à sua frente.
Se tivéssemos o mesmo sentido dos gansos, manter-nos-íamos em formação com os que lideram o caminho pra onde também desejamos seguir.
Quando um ganso líder se cansa, ele muda de posição dentro da formação e outro ganso assume a liderança.
Vale a pena nos revezarmos em nossas tarefas difíceis, e isto serve tanto para as pessoas quanto para os gansos que voam rumo ao sul.
Os gansos detrás gritam, encorajando os da frente pra que mantenham a velocidade.
Que mensagem passamos quando gritamos detrás?
Finalmente, quando um ganso fica doente, ou ferido por um tiro e cai, dois gansos saem da formação e o acompanham para ajuda-lo e protege-lo. Ficam com ele até que consiga voar novamente, ou até que morra. Só então levantam vôo sozinhos ou em outra formação a fim de alcançar seu bando.
Se tivéssemos o sentido dos gansos, também ficaríamos um ao lado do outro.

Parte I
No outono, quando se vê bandos de gansos voando rumo ao sul, formando um grande “V” no céu, indaga-se o que a ciência já descobriu sobre o porquê de voarem desta forma. Sabe-se que quando cada ave bate as asas, move o ar para cima, ajudando a sustentar a ave imediatamente detrás. Ao voar em forma de “V”, o bando se beneficia de pelo menos 71% a mais de força de vôo do que uma ave voando sozinha.
  
Parte II
 Sempre que um ganso sai do bando, sente subitamente o esforço e a resistência necessários para continuar voando sozinho. Rapidamente, ele entra outra vez em formação para aproveitar o deslocamento de ar provocado pela ave que voa imediatamente à sua frente.
  
Parte III
Quando um ganso líder se cansa, ele muda de posição dentro da formação e outro ganso assume a liderança.
  
Parte IV
Os gansos detrás gritam, encorajando os da frente pra que mantenham a velocidade.
  
Parte V
Finalmente, quando um ganso fica doente, ou ferido por um tiro e cai, dois gansos saem da formação e o acompanham para ajuda-lo e protegê-lo. Ficam com ele até que consiga voar novamente, ou até que morra. Só então levantam voos sozinhos ou em outra formação a fim de alcançar seu bando.

MIRANDA, Simão. Oficina de Dinâmica de Grupos. Vol.1. Ed. Papirus. 9ª edição